
Encerro a retrospectiva 2010, falando sobre um dos maiores mitos do esporte brasileiro e mundial, Ayrton Senna que completaria 50 anos nesse ano. Em sua homenagem foi lançado o documentário "Senna" do diretor inglês Asif Kapadia. Pra quem como eu é fã desse extraordinário atleta e dessa maravilhosa pessoa que foi o Ayrton, foi impossível não se emocionar na sala do cinema. Apesar de ter apenas 7 anos quando Senna partiu em 1994, sempre tive uma profunda admiração por ele. Ouvia meu pai, meus tios falando da alegria que era acompanhar as corridas quando Senna era vivo e ficava triste por não ter tido a sorte de acompanhar esses momentos tão importantes para o esporte do Brasil.
O documentário resgata momentos inesquecíveis, heróicos mesmo, como a vitória do GP de Interlagos em 1991. O amor ao Brasil, a vontade de sempre vencer, a determinação, a simplicidade que ele tinha, tudo isso nos faz sentir muito orgulho de Senna e uma tristeza muito grande pela terrível perda que tivemos naquele 1° de Maio. A iniciativa de produzir um filme como esse é muito interessante não só como uma forma de prestar uma homenagem mais do que merecida, mas também para relembrar e deixar sempre viva na memória de todos, especialmente das gerações mais novas, a história de um dos maiores esportistas do mundo em todos os tempos.
Encerro esse post com uma frase dita pela Adriane Galisteu, que foi uma das namoradas do ídolo:
"Não tem essa coisa de 1 ano, 2 anos [16 anos] sem Senna. Não existe calendário para a Saudade"...











