quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Poesia Futebol Clube


Ai que saudade me dá das peladas dominicais,

daqueles garotos alados, sujos, enlameados,

em final de campeonato.

Enquanto a torcida aplaudia,

o domingo sem meu querer partia.

Com o radinho na orelha, eu sabia

que aquele Sol, era também,

como o mundo, uma grande e inesquecível

bola de futebol...


Paulo Netho

sábado, 26 de outubro de 2013

No limite da emoção

Queridos amigos, fãs do esporte, gostaria de indicar a vocês o filme “Rush no Limite da Emoção” do diretor norte-americano, ganhador do Oscar por “Uma Mente Brilhante”, Ron Howard. O longa relata a disputa pelo título de 1976 da Fórmula 01 entre o austríaco Niki Lauda e o inglês James Hunt, duas lendas do automobilismo.

O diretor Ron Howard consegue nos transportar para o universo romântico, glamoroso e extremamente perigoso da Fórmula 1 nos anos 70. Naquela época os números eram assustadores, chegavam a morrer até dois pilotos em média por temporada. Dessa forma, todos que se arriscavam a correr tinham que ter certa dose de loucura extra. E quem tinha essa dose de sobra era James Hunt, interpretado no filme pelo australiano Cris Hemsworth. O ator consegue transmitir muito bem como era James dentro e fora das pistas: Louco, extravagante, baladeiro, homem de muitos amigos e mulheres, avesso às regras de uma vida considerada normal.


Niki Lauda, interpretado magistralmente pelo ator espanhol Daniel Brülh, tinha a personalidade oposta à do rival. Os holofotes não se voltavam muito pra ele. O austríaco era reservado, calculista, tímido, muito disciplinado e sobretudo determinado. Mas uma coisa eles tinham em comum: a paixão pela velocidade e pela adrenalina de uma boa disputa.

Uma das temáticas mais interessantes do filme é a questão da importância de se ter um “inimigo” pra bater. ( Nos faz lembrar de outra rivalidade histórica da mesma Fórmula 1 entre Ayrton Senna e Alan Prost). Os rivais se destroem e se fortalecem ao mesmo tempo. Um não existe sem outro. As cenas do trágico acidente sofrido por Lauda e sua incrível recuperação comprovam essa máxima do esporte.

O filme é uma verdadeira obra prima do cinema. O diretor foi atento a todos os detalhes inclusive na escolha dos atores que são parecidíssimos aos personagens reais. A reprodução das pistas e dos carros usados na época também é perfeita. Todo esse realismo nos faz até esquecer por um momento que tudo se passou há quase 40 anos e mergulhamos fundo na história daquela fantástica temporada de 1976.

Não deixe de assistir, com certeza seu coração vai acelerar também!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Sport is for all

I can´t walk,
They can´t see,
But sport is for all.
Sport is for me.

Come my friends!
Get the bat!
Get the ball!
Sport is for me.
Sport is for all.

Running, swimming,
table tennis, volleyball.
Sport is for me.
Sport is for all.


Mariza Ferrari