Muitas vezes durante a vida nos bate aquele sentimento de nostalgia ao lembrar de uma época passada, às vezes distante, ou nem tão distante assim. “Bons tempos aqueles” é uma expressão muito ouvida e falada, e eu afirmo a vocês que daqui há alguns anos nós amantes do futebol vamos utilizar muito essa expressão ao lembrar-nos desse duelo histórico que vivemos atualmente entre dois craques geniais, me refiro, é claro, a essa fantástica disputa entre Messi e Cristiano Ronaldo, que pra nossa felicidade já dura sete anos e parece estar longe de acabar… :D
Nessa segunda-feira o craque português acirrou de vez essa competição pessoal ao ganhar pela terceira vez a Bola de Ouro de melhor jogador da Fifa e encostar no rival argentino que já faturou o prêmio em quatro ocasiões. No discurso de agradecimento, CR7 colocou uma pimenta a mais nessa já temperada disputa: “Nunca imaginei ganhar essa bolinha três vezes, mas espero não parar aqui. Quero apanhar o Messi, quem sabe na próxima temporada. Sempre ambicionei isso. Quero entrar na história como o melhor”, nas palavras do jogador.
Dessa forma o craque do Real Madrid demonstrou que para ele a disputa parece ir muito mais além do que se pensava. O discurso pode ser interpretado como um aviso. Em 2012, quando Lionel Messi subiu ao palco para receber sua quarta Bola de Ouro, Cristiano Ronaldo estava a duas cadeiras do argentino, e não escondeu sua insatisfação quando o maior rival levou o prêmio apesar de só ter ganhado uma Copa do Rei naquele ano, o que foi considerado uma injustiça não só pelo português, mas para muitos.
Há um tempo atrás muitos alegavam que o azar de Cristiano era ter nascido na mesma geração de Messi, já que a supremacia do argentino era algo difícil de contestar. Em dois anos, o português mudou essa panorama e hoje ninguém afirma que o gajo não tenha condições de passar La Pulga.
Em 2014 essa batalha foi disputada gol a gol e pelo jeito 2015, promete. No futuro não sabemos quem vai entrar pra história como melhor de sua época, talvez nem se chegue a esse consenso, e as opiniões permaneçam divididas como acontece no presente. Mas uma coisa é certa: Vamos nos sentir privilegiados por ter acompanhado, em tempo real, esse fantástico duelo…

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